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Sistema Biométrico em Fortaleza dos Nogueiras

  • 21 de out. de 2015
  • 2 min de leitura

Nas Eleições Gerais de 2014, mais de 21 milhões de eleitores cadastrados puderam ser identificados pelas impressões digitais antes de votar nas milhares de urnas eletrônicas disponibilizadas em mais de 400 mil seções eleitorais em todo o país. Isso foi possível devido à revisão eleitoral realizada pela Justiça Eleitoral com eleitores de 770 municípios, incluindo 15 capitais, de todos os estados do país e do Distrito Federal.


Segundo dados de março de 2015, o Brasil já tem mais de 24,5 milhões de pessoas cadastradas biometricamente. Com o sistema, o país poderá criar o maior banco de dados de imagens de impressão digital existente no mundo.


O processo de identificação deve confirmar a identidade de cada eleitor, comparando o dado fornecido com todo o banco de dados disponível. A possibilidade de um eleitor autêntico ser negado pelo sistema biométrico é real, embora muito rara, fato comprovado nas últimas eleições, que registraram baixíssimo índice de não reconhecimento das digitais. Isso pode ocorrer porque as impressões digitais de uma pessoa podem sumir temporariamente por causa do uso de produtos químicos ou descamações severas na palma da mão.


A revisão eleitoral para identificação biométrica conta com a tecnologia dos chamados "Kits Bio", compostos de dispositivo de capturas de fotos, scanner para captura de digitais, maleta de transporte e cenário (mini-estúdio fotográfico com assento). Na última etapa do recadastramento, também foi incluído no procedimento de coleta das impressões digitais um "pad" para a assinatura digital do eleitor.

Com o Kit Bio, a equipe treinada da Justiça Eleitoral realiza a coleta das impressões digitais, além de fazer a fotografia dos eleitores de maneira rápida e fácil, sem grandes dificuldades de manuseio. Um scanner de altíssima resolução permite uma leitura de qualidade das impressões digitais e um programa de computador faz o controle de qualidade automaticamente.


Com o objetivo de garantir um sistema de votação verdadeiramente democrático e ainda mais seguro, várias tecnologias têm sido desenvolvidas pela Justiça Eleitoral brasileira. A mais recente delas envolve a biometria, por meio do recadastramento biométrico, ou seja, do cadastro das impressões digitais dos eleitores.


A medida impede que uma pessoa tente se passar por outra no momento da identificação em um pleito – já que não existem impressões digitais iguais – e faz parte do Programa de Identificação Biométrica do Eleitor brasileiro



 
 
 

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